Terror na Escola

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje estava limpando umas coisas e encontrei uma redação antiga, de quando eu estava na 4ª série (5º ano). Desde pequena amante de terror hahaha. Achei legal reescrever aqui, afinal, um conto de terror é sempre bem vindo, não é mesmo?

Então preparem-se e olhos atentos!

Terror na Escola

Para mim tudo isso poderia acontecer em um cemitério ou qualquer coisa do tipo, mas na minha própria escola é aterrorizante. Em meu primeiro dia de aula toda a escola estava com a mesma sensação de medo e desconfiança.

Havia um homem na entrada da escola e quando o vi logo pensei que o mesmo fosse o porteiro, aquele olhar sério e amedrontador seguia-me enquanto passava pela portaria, e se encaixavam muito bem com seu traje amarrotado e sujo de lama.

Entrando na escola avistei um corredor abandonado, o qual não era preenchido por alunos, e no fundo do corredor encontrava-se uma pequena porta com uma placa “Proibida a Entrada”. Aquilo me consumiu por inteiro e a curiosidade não cabia em mim.

No dia seguinte, planejei entrar na escola quando o período escolar tivesse acabado. Esperei  no banheiro até todos saírem e fui até o corredor com a pequena porta, que certamente daria a uma sala, assim como dito. Entrei na sala e uma pequena escrivaninha encontrava-se no local, em suas gavetas, apenas uma lanterna empoeirada e um jornal antigo com uma notícia sobre uma cidade, não tive tempo para ler quando meus olhos brilharam ao encontro de uma pequena porta ao lado da escrivaninha, e ao abrir a porta não tive dúvidas, era o túnel para a tal cidade.

 Entrei no túnel e no seu fim, casas antigas preenchiam a pequena vila, e numa casa, bem no fim da vila, saia uma luz brilhante que me levou até seu interior, e nele corpos dilacerados e alimento para algum ser cobriam todo o chão da cozinha. Um vulto passou pela porta em direção ao centro da vila e gritos a perseguia. Corri de volta ao túnel, onde o vulto havia entrado, era o porteiro.

Ele era acompanhado por um molho de chaves, presumo que chaves da casa, e da pequena porta, eu iria ficar preso ou teria o mesmo destino daqueles corpos naquele instante. Sem pensar entrei no túnel atrás do homem pedindo aos céus para o mesmo não olhar para trás. Eu estava sem sorte, por uma desventura do destino as chaves dele caíram sob meus pés, ainda faltava muito para chegar até a escola, quando uma luz percorreu meu peito e me derrubou, acordei no chão da sala com a escrivaninha quando uma força me puxou de volta a cidade no túnel, e sem esperanças vi meu corpo entre os outros, dilacerado e sem vida.

E ai, gostaram? 

A sua presente curiosidade pode se tornar sua falta de vida.

-A

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