Chernobyl

Vocês já ouviram falar em Chernobyl?

Pois bem, o desastre nuclear que aterrorizou o mundo não foi só um símbolo de caos e ruínas, mas também um símbolo de terror fictício, ou não… Hahaha.

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No ano de 1986, os operadores da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, realizaram um experimento com o reator 4. A intenção inicial era observar o comportamento do reator nuclear quando utilizado com baixos níveis de energia. Contudo, para que o teste fosse possível, os responsáveis teriam que quebrar uma série de regras de segurança indispensáveis. Foi nesse momento que uma enorme tragédia nuclear se desenhou no Leste Europeu.

Entre outros erros, os funcionários envolvidos no episódio interromperam a circulação do sistema hidráulico que controlava as temperaturas do reator. Com isso, mesmo operando com uma capacidade inferior, o reator entrou em um processo de superaquecimento incapaz de ser revertido. Em poucos instantes a formação de uma imensa bola de fogo anunciava a explosão do reator rico em Urânio-235, elemento químico de grande poder radioativo.

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Zumbis, real or not real?

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje o tema será zumbis. Sim, o tão famoso “fenômeno” que aterroriza a todos que escutam o nome, ou gratificam, dependendo da pessoa, claro. No meu, caso, sou apaixonada por zumbis (é claro que um apocalipse zumbi não seria nada legal), e acho interessante esse tema.

O assunto “zumbi” teve origem no ano de 1937, onde uma mulher identificada como Felicia Felix-Mentor apareceu numa aldeia do Haiti, o mais estranho é que sua família havia dito que Felicia havia falecido e sido enterrada no ano de 1907, com 29 anos. Mas como isso?

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Suposta foto da Felicia Felix-Mentor

De acordo com os princípios do vodu – religião originada afro-haitiana – uma pessoa morta pode ser revivida por um sacerdote ou feiticeiro. Assim, esta pessoa morta permanece sob o controle do sacerdote já que não tem vontade própria. Existe na tradição vodu o “astral zumbi”, parte da alma humana que é capturada por um sacerdote e usada para aumentar o seu poder.

Várias décadas depois, Wade Davis, um etnobotânico de Harvard, apresentou um caso farmacológico de zumbis quando viajou para o Haiti, em 1982. Como resultado de suas investigações, afirmou que uma pessoa viva pode ser transformada em zumbi injetando-se duas substâncias específicas na sua corrente sanguínea (geralmente através de uma ferida).

A primeira, chamada pelos nativos de “coup de poudre” (do francês: tiro de pó), inclui a tetrodotoxina, uma poderosa neurotoxina, frequentemente encontrada na carne do peixe baiacu. A segunda consiste numa poção com drogas dissociativas, tais como a datura. Acredita-se que estas substâncias associadas induzem pessoas a um estado de morte no qual ficam inteiramente sujeitas às vontades do sacerdote. Imagine só, zumbis pelo mundo!

Leia mais sobre zumbis nesse post ->Zumbis

Annabelle, boneca do mal?

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Em 1970, uma mãe comprou uma antiga boneca Raggedy Ann como presente de aniversário para sua filha, Donna, uma estudante de enfermagem, que residia em um apartamento com sua companheira de quarto Anngie. Com o tempo, Donna e Angie notaram que parecia haver algo de muito estranho e assustador com a boneca. A boneca, aparentemente, movia-se sozinha! Annabelle, não só se mexia, mas escrevia também. Elas encontraram mensagens à lápis sobre um papel de pergaminho onde lia-se “Help Us” e “Help Lou”. A escrita à mão parecia pertencer a uma criança pequena. Um dia, ao inspecionar a boneca, Donna viu o que pareciam gotas de sangue na parte de trás de suas mãos e em seu peito. Assustadas e desesperadas, Donna e Angie decidiram que era hora de procurar aconselhamento especializado. Contataram uma médium e uma sessão foi realizada. Donna foi então apresentada ao espírito de Annabelle Higgins. A médium relatou a história de Annabelle para Donna e Angie. Annabelle era uma jovem que residia na propriedade antes dos apartamentos serem construídos. Ela era uma menina de apenas sete anos de idade quando seu corpo sem vida foi encontrado no campo em que o complexo de apartamentos estava agora. Mesmo sabendo que a boneca estava possuída por um espírito, Donna permitiu que a boneca continuasse “possuída” para que Annabelle pudesse ficar com elas.
Um amigos das garotas chamado Lou nunca gostou dela. Ele foi dormir no apartamento e passou por uma experiência terrível. Ele disse que era como se estivesse acordado, mas sem poder se mover. Quando olhou para baixo em direção a seus pés, viu a boneca Annabelle. Ela começou a deslizar lentamente subindo por sua perna, depois sobre seu peito e então parou. Em poucos segundos a boneca começou a estrangulá-lo. Paralisado e ofegante Lou, no ponto de asfixia, apagou. No outro dia acordou e contou o caso, que era muito real para ser sonho. Uma noite, ele ouvi barulhos como se alguém tivesse invadido o apartamento. Ele então vasculhou o local e encontrou Annabelle no chão. Quando se aproximou, algo o atacou e o fez 7 cortes no peito!
Depois da experiência de Lou, Donna sentiu que era hora de procurar aconselhamento e entrou em contato com um padre episcopal chamado Padre Hegan, que sentiu que era uma questão espiritual e que precisava entrar em contato com uma autoridade maior na igreja, então ele contatou o Padre Cooke, que imediatamente contatou os Warren, que investigaram a fundo e descobriram que uma entidade maligna estava manipulando a boneca com o objetivo de possuir uma das meninas.
Uma benção foi feita no apartamento e a pedido de Donna, os Warren levaram a velha boneca de pano junto com eles, e a colocaram no seu Museu do Oculto, onde está até os dias atuais.

Amityville: O Relato Real

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O ano é 1965, a família Defoe compra uma bela e grande casa na Avenida Ocean, de número 112. Foram morar na casa, além do Sr. e Sra Defoe, seus 5 filhos, e todos esperavam viver uma vida tranquila. Como em quase toda família, os Defoe enfrentavam problemas familiares, causados pelo filho mais velho, Ronald “Butch” Júnior, que era viciado em drogas e praticava pequenos furtos para sustentar seu vício. Por causa deste comportamento, eram comuns as brigas de Ronald “Butch” Júnior com seu pai, Sr. Ronald Defeo.
Mas a vida da família iria mudar no dia 13 de novembro de 1974, pois o filho problemático Ronald, por um motivo desconhecido, resolveu matar todos os membros de sua família. Com a ajuda de uma carabina, ele foi até o quarto dos pais e os matou, depois foi no quarto de cada um dos seus irmãos e disparou contra eles também. Para finalizar assassinou as outras duas irmãs. 
A polícia logo prendeu  Ronald “Butch” Júnior, que no início dizia que os pais tinham envolvimento com a máfia. À polícia ele disse que “Começou tudo muito rápido. Assim que comecei, não consegui parar. Foi tudo muito rápido”. Ele foi julgado e condenado a mais de 100 anos de prisão, e atualmente está na prisão Green Haven em Nova York
Algumas coisas estranhas aconteceram durante os assassinatos, fatos até hoje sem explicação:
– Todos foram mortos enquanto dormiam e por algum motivo estranho ninguém acordou com os disparos. 
– Todos foram colocados de bruços antes de serem atingidos.
– Nenhum vizinho escutou o barulho dos tiros de sua carabina, uma arma barulhenta.
Um ano depois do massacre da família Defeo, a casa foi vendida, mais precisamente em dezembro de 1975, para a família Lutz, que era composta por George e Kathy Lutz e seus 3 filhos Daniel, de 9 anos, Christopher, de 7 e Missy, de 5… Mesmo sabendo da história trágica da casa, os Lutz diziam não se importar e mudaram-se para ela, mas antes levaram um padre para abençoar o local. Não funcionou pelo visto, pois a família Lutz ficou somente 28 dias no local. Eles simplesmente fugiram, deixando todas as suas coisas para trás!
Eles relataram que surgiam enxames de moscas do nada, portas e janelas abriam e fechavam abruptamente, mãos invisíveis os arranhavam durante a noite, ouviam barulhos, sons de tiro e até visões de fantasmas, enfim, o local estava mal-assombrado.
Essa foi a origem para os livros e filmes de Amityville. E você, encararia essa?